
Agora respeito a fuga, a ida para lugar nenhum, respeito os olhos fechados e o silêncio profundo
Aprendi a respeitar as minhas dores só para conviver pacificamente
Respeito os objetos que caem, o espinho que fura só por ciúmes da flor
Respeito o vento que leva os papéis quando estou com pressa, a chuva na blusa branca, o pé na lama e a precipitação do desejo.
E como uma trepadeira envolvendo os muros sombrios com suas carícias, exijo que me respeitem, porque não tenho pra onde ir.
Um comentário:
Ta vendo so Bb vim aki pra vc ter a certeza de que eu li os textos que vc escreveu aki. te gosto...antes de mais nada vc é alguem que gostei de conhecer. bj bb
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