
Vim de mansinho pra não te assustar
Que às vezes deixo a minha alma falar
Meu corpo pede o que você pode dar
É que meu desejo vai além de olhar
Rabisco contos, canções e poesias
Delírio vem sempre nas noites frias
Deveras são frios também os dias
E eu me aqueço nas tuas fantasias
Menina o teu suor me dar prazer
Sem o teu sal o que hei de fazer?
E eu não digo apenas por dizer
Que em ti me afogo pra sobreviver
Marcas nas costas e atos profanos
Certeza nas horas de muitos enganos
É que amor não mata nem causa danos
Quiçá perdoem os corpos insanos
Um comentário:
Jana! que demais teus poemas. Interessantes, bons.
bjos!
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