sexta-feira, 25 de abril de 2008

Há algo mágico em você, algo que me faz te querer cada vez mais. Se já não posso te amar, se já não posso te ter, me perdoa, mas te desejo mesmo assim. É mais forte que eu, vai além do que eu posso controlar, não sei dizer o que é, é algo que não dá pra explicar, só sentir, e eu sinto. Não quero que você sinta pena de mim, nem nada que não seja amor e eu sei que você ainda me ama, não é fácil assim esquecer, porque se fosse eu já teria esquecido. Eu não acho graça no mundo lá fora, não me interesso por nada que não inclui você, de todas você é a única que ainda me faz querer ser a melhor pessoa do mundo, só pra te ofertar essa bondade

Poemeu

Me desconheço, me ofereço
Teu endereço?
Abrigo em mim um ser transitório
Que passeia pelas tuas curvas
Transita nos teus versos, nas tuas canções

Chama teu nome, te deseja ardentemente
E num espasmo, quase um orgasmo
Te sente- Que mente!

Abrigo em mim um ser que te ama só por amar
Sem saber se ganha ou perde
Se atrasa ou adianta

sábado, 5 de abril de 2008

A distância complica e ela implica com a minha idade
Vai ver que eu não sou diferente e faço por vaidade
Vontade de dormir na tua cama
Vontade de acordar no teu abraço

Aparência não conta, ela aparenta ter vinte e seis
E daí que faço vinte cinco no próximo mês
Vontade de falar ao teu ouvido
Vontade de ouvir a tua voz

A minha queixa é que ela me deixa quando quer
Aproveita a inconstância, elegância de ser mulher
Vontade de não te aceitar de novo
Vontade de não ir te procurar

Ela disse que gostava de pintar e até fazer poesias
E se pinta que me encanta e arranca minhas rimas
Vontade de te ler coisinhas minhas
Vontade de vê-la aos trinta e dois
NAS NOITES ESCURAS E DURAS
AUSÊNCIAS VISIVEIS E PURAS
CANÇÕES QUE SÓ TOCAM NA MADRUGADA
BRISAS QUE SÓ REFRESCAM E MAIS NADA
E EU VOU CHORAR PARA QUÊ?
PARA DAR O GOSTO DO DESGOSTO À MIM MESMO?
PARA MOSTRAR AO OPOSTO UM CORPO ENFERMO?
NÃO QUERO CHORAR POR CHORAR, NÃO!
NEM QUERO RISOS ESTRANHOS E TRISTES
A VIDA NÃO É SÓ ROSAS E PERFUMES
HÁ GESTOS DESPERSOS, BURACOS E CUMES
MENINOS ÀS VEZES CAUSAM-ME PAVOR - ALGUM
MENINAS COM SEUS JEITINHOS E FRESCOR-HUMM!
CAUSAS QUE PENSAM E EU NEM SEI
COISAS QUE VIRAM E EU NÃO VEREI
TEMPOS QUE JÁ PASSARAM E EU NÃO PASSEI

( É ISSO AÍ)

LA VIDA

Para mi abuela (in-memorian)


LA VIDA NO ÉS SIEMPRE BELLA
HAY QUE SABER ADORNAR
NI SIEMPRE ÉS SÓLO SONRISA
HAY QUE APRENDER A LLORAR
NO ÉS QUE SE PIERDE SIEMPRE
PERO NI SIEMPRE SE PUEDE GANAR
LA VIDA NO ÉS SÓLO APRENDER
PERO ES TAMBIÉN ENSEÑAR

Y SON EN LAS HORAS DE MUERTE
QUE DARSE VALOR A LA VIDA
SIEMPRE SE PIENSA EN LA LLEGADA0
PERO NUNCA EN LA DESPEDIDA
HAY QUE CANTAR LA CANCIÓN
MIENTRAS PUEDE SER OIDA
PUES LOS SUEÑOS ESTAN PRESENTES
EN LOS SONIDOS DE LA VIDA
MIRAR TU CUERPO Y DECIR -TE QUIERO

SENTIR TUS PIERNAS,TUS MANOS

OÍR SUSPIROS DE PLACER Y DOLOR-DE AMOR

BESARTE, SUGAR LA SAL DE TU PIEL

Y HACER QUE TU SEAS MÍA -SIN PUDOR

TUS SENOS ESTÁN EM MIS MANOS

MIENTRAS MI BOCA EN TU CUELLO

TUS UÑAS ARAÑAN MIS ESPALDAS

Y TUS PIES DESLIZAN EN MÍ-SIN CALMA

SOREÍMOS-GOZOS DEL ALMA

SENTIR LAS CURVAS,LOS PELOS, LOS DEDOS

TOCANDO TU CUERPO CALMADAMENTE

MIENTRAS HAGO LO QUE QUIERES

DIGO QUE QUIERO TODO DE TI

SÉ QUE LA VIDA ES UN SUEÑO BUENO

Y SÓLO QUIEN AMA PUEDE SENTIR
Menina,


Vim de mansinho pra não te assustar
Que às vezes deixo a minha alma falar
Meu corpo pede o que você pode dar
É que meu desejo vai além de olhar

Rabisco contos, canções e poesias
Delírio vem sempre nas noites frias
Deveras são frios também os dias
E eu me aqueço nas tuas fantasias

Menina o teu suor me dar prazer
Sem o teu sal o que hei de fazer?
E eu não digo apenas por dizer
Que em ti me afogo pra sobreviver

Marcas nas costas e atos profanos
Certeza nas horas de muitos enganos
É que amor não mata nem causa danos
Quiçá perdoem os corpos insanos